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Quando reunir a equipa se torna tradição - Retiro Native Scientists 2026

  • há 3 dias
  • 3 min de leitura

Pelo segundo ano consecutivo, o Retiro da Native Scientists voltou a reunir a equipa, reforçando a ligação à missão, ao propósito e, sobretudo, às pessoas que dão vida à organização todos os dias.


Alguns encontros tornam-se rituais. Momentos que, ano após ano, deixam de ser apenas datas no calendário para se transformarem em pontos de ancoragem, lembretes de quem somos enquanto equipa e comunidade. O Retiro Native Scientists 2026, o segundo desta nova tradição, foi precisamente isso: um reencontro com a missão, o propósito e as pessoas que fazem a Native acontecer todos os dias.



Este ano, a equipa deslocou-se a Sesimbra, uma localidade onde o mar dita o ritmo. Um espaço onde cada caminhada cria oportunidade para conversas que não cabem no contexto virtual. Entre percursos junto à costa, momentos à mesa e pausas ao longo do dia, a equipa redescobriu-se e redescobriu o que significa trabalhar numa organização assente na ligação humana.


Os momentos informais definiram o ambiente do retiro. Como descreveu Giacomo Catania, foram os pequenos-almoços prolongados, as conversas espontâneas e os intervalos entre atividades que permitiram conhecer “as pessoas por detrás dos papéis”.


Esta abertura é o que transforma uma equipa remota numa comunidade real. Contribui também para um trabalho diário mais fluido, mais empático e mais alinhado. Como referiu, compreender as preferências, desafios e até curiosidades de cada pessoa “torna a comunicação mais simples e eficaz”, algo essencial para trabalhar em conjunto rumo a objetivos comuns.


Uma equipa que muda, mas permanece familiar


Para Vítor Gonçalves, que esteve presente no primeiro retiro, a comparação entre anos foi inevitável e reveladora. Apesar de a equipa de pessoas estagiárias mudar a cada ciclo, o ambiente mantém-se surpreendentemente familiar. Há uma energia que se reconhece, uma forma de estar que acolhe e que rapidamente faz esquecer que trabalhamos à distância.

Os momentos de introspecção colectiva evidenciaram também uma consciência organizacional sólida, aliada a uma vontade clara de melhoria contínua. O retiro não foi apenas convívio, foi também reflexão, alinhamento e visão partilhada.


Aprendizagem e partilha ao longo do retiro


O encontro integrou igualmente momentos de aprendizagem e networking. O programa iniciou-se com um workshop interativo sobre liderança dinamizado por Pedro Russo, presidente da Ciência Viva. Seguiu-se uma sessão dedicada à produtividade e gestão de tempo.

Entre os destaques estiveram ainda a sessão prática de fotografia conduzida por Sara Lopes e uma atividade de team building dinamizada por Vítor Gonçalves.



Dar caras aos nomes e renovar a energia


Para a Letícia, que participou pela primeira vez, o retiro foi um marco na integração. Trabalhar remotamente tem muitas vantagens, mas há algo insubstituível em ver as pessoas, ouvir as suas vozes sem microfone, perceber os seus gestos e ritmos. O workshop de liderança foi o seu momento favorito, mas o impacto maior foi perceber que faz parte de uma equipa talentosa, alinhada e profundamente comprometida com a missão. Saiu de Sesimbra com energia renovada e isso diz tudo.



A missão que se sente no ar


Se há algo que todos os testemunhos têm em comum, é esta sensação quase palpável de que a missão da Native paira no ar quando a equipa se junta. Como descreveu a Beatriz Morais, há uma “energia boa” difícil de explicar, mas fácil de reconhecer. A Native atrai pessoas boas, pessoas que querem gerar impacto positivo, que se preocupam, que não desistem. E quando estas pessoas se encontram, mesmo que por pouco tempo, o efeito é imediato. Reforça-se o sentido de pertença, renova-se a motivação e cresce a certeza de que estamos a construir algo que vale mesmo a pena.


Sesimbra 2026: mais do que um retiro, um momento de equipa transformado em comunidade


O Retiro da Native Scientists 2026 não foi apenas um encontro de dois dias com atividades. Foi um lembrete de que a nossa força está nas relações que cultivamos, na forma como nos apoiamos e na missão que partilhamos.


Criar tradição é isto: repetir o que faz sentido, melhorar o que pode crescer e guardar espaço para o inesperado, para as conversas ao sol, para as caminhadas junto ao mar, para os momentos que não estavam no programa mas que ficam na memória.


Voltamos de Sesimbra com a sensação de que foi pouco tempo, mas muito bem vivido. E com a certeza de que, enquanto continuarmos a juntar-nos assim, a Native continuará a ser mais do que uma organização, será sempre uma comunidade, uma equipa como todas deveriam ser.



 
 
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